Como curiosidade dou-lhes ciência, se já não o conhecem, do aforismo formulado pelo Aforista árabe AL QÃ SHOFR, traduzido para o português por Vinic Jusdeal Mehyda, a princípios do séc. XVII, versando sobre a conjugação do verbo ser ou sobre tempos deste verbo auxiliar : " Gosto de me imaginar o que não sou (presente indicativo), jamais fui (pretérito perfeito, indicativo) e, jamais serei (futuro do presente, indicativo), pois se imagino o que eu fora (pretérito mais-que -perfeito, indicativo) - em qualquer tempo - seria (futuro do pretérito, indicativo) como se fosse (pretérito imperfeito, subjuntivo) há muito tempo, atrás ou a frente; talvez eu seja (presente, subjuntivo) o que eu era (pretérito imperfeito, indicativo) quando penso ser (infinitivo) o que eu for (futuro do presente, subjuntivo). " Quem julgar que esteja faltando algum tempo deste verbo auxiliar, por favor consulte uma gramática portuguesa, com certeza ! abs. e sejam (presente, subjuntivo e imperativo) sempre estudiosos da Língua Materna da Pátria Mãe, Gentil.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Diatribe do Al Qã Shofr
Infestação de Corruputos
Prezados
Não sei se vocês já passaram por algo similar em relação à infestação de insetos, mas eu estou, já há muito tempo, ás voltas com uma infestação de corruputos no bairro onde moro e não consigo dar jeito de combatê-la. Como não sei se vocês sabem que bichinho é este, embora ele seja bastante comum não só no bairro onde moro mas em todo parte por onde ando; é como dengue, está em toda parte e prolifera em qualquer lugar. Embora tenha suas predileções por locais públicos, é um roedor voraz que prejudica milhões e milhões de pessoas com sua voracidade, especialmente por papel que tenha origem na Casa da Moeda.
Já consultei diversas empresas que tratam de combater insetos mas nenhuma delas, embora trabalhando muito (?!)e têm sido de muita valia. Pra vocês terem uma ideia, já contratei os serviços da CGU, da TCU, da TRANSPARÊNCIA BRASIL, de diversas TCEs, diversas TCMs, CORREGEDORIAS, então, um montão (!), mas não houve jeito; a infestação não conseguiu ser debelada. Alguns técnicos destas empresas me disseram que eles não conseguem bons resultados contra estes insetos porque os produtos que são vendidos e aplicados para combater as infestações não são fortes os suficientes. Dizem que tonteia os bichinhos mas que quando eles se recuperam voltam sempre mais fortes e com organização muito melhor engendrada do que a da formigas, cupins, abelhas ou marimbondos. Por aí vocês podem imaginar a minha preocupação, se nem os técnicos especializados são capazes de ter em mãos remédios fortes para combatê-los. Aliás em matéria de de remédios fracos para combater o que seja de animais daninhos que infernizam as populações do país onde eu moro, o meu país deve ser o campeão mundial. Dizem que os laboratórios que preparam estes remédios fazem de propósito estes remédios fracos porque assim eles ganham mais dinheiro vendendo estes remédios de mentirinha do que se produzissem remédios eficazes. Dizem mais, perguntando : " se eles fizerem remédios fortes, acabam com os bichinhos e depois não ganham mais dinheiro"(!). Eu até acho que o povão tem razão de falar assim, pois consultei alguns dos laboratórios fabricantes dos remédios e todos me responderam com evasivas, tipo, "estes insetos sempre existiram e sempre vão existir", ou " pensa que é fácil combater insetos que criam resistências ao longo do tempo?", ou " os incomodados que se mudem ou os incomodados sempre irão existir". O pior é que a gente sofre e ainda tem que ficar quieto, pois com este tipo de respostas não se pode, mesmo, ir muito longe. Um conselho que eu sempre ouço é que, quando possível. ao menos de quatro em quatro anos, devo mudar os laboratórios que não estão produzindo bons remédios e buscar laboratórios que produzam remédios mais eficazes. Já segui estes conselhos também, mas a minha experiência desde minha maioridade aos 18 anos até hoje, com 82, ou seja durante 64 anos ou exatos 16 quatriênios venho tentando ver se a coisa melhora, mas não tem jeito : mudo de laboratórios e os remédios continuam sempre as mesmas porcarias. Como dizem que a esperança é a última que morre recorro a vocês como tenho feito, às vezes, reconheço, abusivamente, para ver se vocês, quem sabe (?), já tenham passado por experiência similar e possam me aconselhar caminhos que ainda não trilhei. Aguardo, ansioso, os emails de vocês. Somente peço, encarecidamente que não culpem pessoas por estes dissabores causados por insetos e animais daninhos, em nosso meio, pois somos uma sociedade e portanto, devemos nos organizar através de Instituições e Empresas que FUNCIONEM ADEQUADAMENTE e não através de pessoas.
abs. e de antemão, muito grato. Ah ! se for possível, mandem este email aos seus amigos e peçam conselhos a eles também.
Sugestões a TCU
Quero apresentar uma sugestão para o TCU, pois sinto que a ação do TCU se faz com atrazo no que tange a Licitações de Obras e Serviços, o que tende a ocasionar retardos quanto aos cronogramas em andamento em obras e serviços, já iniciados. Na verdade são duas sugestões :
1. É muito comum que, após ganha uma Licitação, permita-se que haja uma reavaliação de preços, para sanar lacunas de tempo decorrido, entre datas de Licitação e início de serviços ou obras; sanar lacunas de quantitativos de serviços e obras constantes de Editais de Licitação e os verificados a posteriori. A Lei parece ser leniente quanto ao montante de acertos seja de tempos, seja de quantitativos de projetos . Quando se fala de superfaturamento em serviços e obras pós-Licitação não se deixam claros os quantitativos devidos a tempos e quantitativos devidos a lacunas de Projetos. Primeiro, a Lei deve ser revista, se de fato for leniente quanto a lacunas deste teor; segundo, deve-se exigir de Editais de Licitação, e de Projetos de Serviços e Obras, que lhes sejam a infraestrutura, mais precisão quanto a detalhes de quantitativos.
2. Como complemento ao contido em 1. e buscando maior capacidade de decisões aos elementos que servem de esteio às Licitações, é de sugerir-se a prática de, quando processar-se uma Licitação para execução de serviços e obras a partir de montantes financeiros julgados expressivos, que se processe, igualmente, uma Licitação de Auditoria de terceiros que acompanhe os detalhes dos Projetos; que acompanhe os detalhes de execução fisíca dos Projetos; que acompanhe os detalhes de execução financeira dos Projetos. Estas Licitações de Auditorias (Projetos e Execuções, física e financeira, poderiam ser um braço privado de auxílio ao TCU para cumprimento de suas tarefas de Controle Geral.
Estas duas sugestões são feitas para um melhor Controle e para que se reduza a Corrupção com dinheiro público, ativa e passiva, que grassa como erva daninha na Sociedade Brasileira, em especial no Setor Público.
Gostaria de ter da Ouvidoria uma resposta específica a estas sugestões que faço, no sentido de que eu possa saber, de parte do TCU, se são tolices ou se são algo que possa ser objeto de estudos para que se transformem em Projetos-de-Lei a ser regulados para o futuro. Desde já, grato pelo atenção.
Projeto-de-Lei Anti-Corrupção
Sugestão de Projeto-de-Lei Anti-Corrupção : Artigo Único : Identificados através de processos legais Corruptor e Corrupto, receberão pena mínima de 5 (cinco) anos de prisão, sem direito a progressões de penas e somente serão liberados da prisão, depois de devolverem com multa de 20%, juros e correção monetária, até o último centavo desviado em prejuízo do Erário Público. Revogam-se as disposições em contrário.
Estado Democrático
Lendo no Site Slideshare o trabalho da Profa. Dra. Ligia Pavan Baptista, Doutora em Ética e Filosofia Política, com o título "Controle Social e Cidadania", escrevi o seguinte comentário : "Tendo em vista os modernos conceitos de Democracia, de natureza Política, Econômica, Social, embasada sobre os considerados Direitos Humanos e sobre a Lógica de Justiça Natural, Consuetudinária e Escrita e sobre o voto universal de representados aos seus Representantes, torna-se urgente que todos estes imperativos estejam determinados por uma Organização Social abrangente embasada nos Poderes Legislativo e Judiciário, deixando-se o Poder Executivo subordinado a ambos." Fiz tais comentários lembrando que é necessário gerar-se ONGs a exemplo de uma ONGORGS, ou seja ONGs da ORGANIZAÇÃO SOCIAL, com o propósito de embasar-se o debate sobre procedimentos para desenvolver-se e melhorar-se as sociedades democráticas da forma mais justa o possível.
Controle Social e Cidadania
Transcrevo abaixo comentário a que procedi após a leitura do trabalho escrito pela profa. dra. Ligia Pavan Baptista, dra. em Ética e Filosofia Políticia pela USP.
Lendo seu trabalho, conforme título "Controle Social e Cidadania", no Site Slideshare, escrevi o seguinte comentário : "Tendo em vista os modernos conceitos de Democracia, de natureza Política, Econômica, Social, embasada sobre os considerados Direitos Humanos e sobre a Lógica de Justiça Natural, Consuetudinária e Escrita e sobre o voto universal de representados aos seus Representantes, torna-se urgente que todos estes imperativos estejam determinados por uma Organização Social abrangente embasada nos Poderes Legislativo e Judiciário, deixando-se o Poder Executivo subordinado a ambos. "
Lendo seu trabalho, conforme título "Controle Social e Cidadania", no Site Slideshare, escrevi o seguinte comentário : "Tendo em vista os modernos conceitos de Democracia, de natureza Política, Econômica, Social, embasada sobre os considerados Direitos Humanos e sobre a Lógica de Justiça Natural, Consuetudinária e Escrita e sobre o voto universal de representados aos seus Representantes, torna-se urgente que todos estes imperativos estejam determinados por uma Organização Social abrangente embasada nos Poderes Legislativo e Judiciário, deixando-se o Poder Executivo subordinado a ambos. "
Isto por que as Democracias Modernas arcam com os vícios das ditaduras de Poderes Executivos, sejam Presidenciais, sejam Parlamentares; com os vícios de Leis com fontes do Legislativo, do Judiciário e do Executivo, via Leis, via Códigos, via Estatutos, via Normas Administrativas e Operacionais diversas com força de Leis, gerando a desordem social; gerando benefícios a minorias; gerando castas burocrático---administrativas, e permitindo que as Administrações Públicas se encham de "reizinhos" que somente zelam pelos seus interesses e de seus mais chegados e com as mais disparatadas idéias de como fazer e desfazer o bem social; arcam com os vícios de serem fontes de criação de conflitos e de injustiças clamorosas como o são os exemplos nefastos de nossa Democracia Brasileira e de tantas outras, menos piores e, até, piores do que a nossa.
Por estas razões, creio que devamos buscar a constituição de ONGs que sejam dirigidas aos debates de uma Organização Social abrangente que possa esclarecer como melhor exercitar-se o Controle Social e a Cidadania. Parabenizando-a pelo seu trabalho, tenho o prazer de declarar-lhe minha admiração.
domingo, 5 de agosto de 2012
Desemprego e Aposentadorias
Prezados : leiam com alegria esta Estorinha misturando Aritmética, Demografia, Força de Trabalho e Envelhecimento, tentando mostrar aos que querem começar a trabalhar já taludinhos e aposentar-se moços como funciona esta inequação. Nos muito, muito, antigamente, quando as crianças começavam a trabalhar ao 5 anos de idade e os velhinhos não passavam dos 50 anos, se houvesse uma proporção de 33,3% de crianças de 0 a 5anos para a população total (o que não é nada descabido para quem esteja familiarizado com os romances do Charles Dickens) ,e que, dos 5 aos 50 anos, a taxa de trabalhadores - sem descanso semanal, sem feriados e sem férias - compreendesse 66,6% (olha a Aritmética aí, gente !!|) da população total, fazendo-se as contas direitinho ( olha a Aritmética aí, gente !!) concluirá que cada trabalhador carregava nas costas, 1/2 criança, durante 45 anos de sua vida. Até parece o Rei Salomão fazendo justiça, enquanto duas mães disputavam o mesmo filho ! Quem não chegar à conclusão de que o trabalhador carregava nas costas 1/2 criança durante sua vida de trabalho, não pode passar ao próximo parágrafo; só depois de concluir igualmente ao que se disse. Parece jogo de paciência e não há dúvidas de que é.
Passado algum tempo, chegando-se ao muito antigamente, aumentou o número de crianças (quem já leu algum romance do Charles Dickens sabe bem disto !), e a proporção das crianças até 5 anos de idades passou a ser de 40% da população total e a de trabalhadores desde os 5 anos até os 50, é óbvio (ululante, como diria o Nelson Rodrigues e a Aritmética; ele me disse que apelidou o óbvio de ululante para chamar a atenção daqueles que acreditam que o óbvio é mentiroso), passou a ser de 60% da população total, donde se conclui (olha a Aritmética aí, gente !!) que cada trabalhador passou a carregar nas costas quase 0,7 ( o exato é 4/6=2/3=0,66 de criança) durante 45 anos de sua vida, quando antes só carregava 0,5. Quem não chegou a esta conclusão com seus cálculos, não pode passar para o parágrafo seguinte.
Com o passar do tempo e com comiseração ( um pouco) com as crianças, passou-se a permitir trabalho infantil somente a partir dos 10 anos de idade; mas as crianças continuaram aumentando (olha o Charles Dickens aí, gente !!) e a população de crianças até os 10 anos passou a ser de 50% da população total e a dos trabalhadores entre 10 a 50 anos passou a ser, também, de 50% do total da população (olha o óbvio ululante aí, de novo, minha gente !!), donde se conclui que cada trabalhador passou a carregar, nas costas, uma criança, durante 40 anos de sua vida.
Para não ficar fazendo contas demais, podemos dizer que chegamos à situação de hoje em que as crianças só começam a trabalhar aos 20 anos (devido à sua falta de experiência, como alegam os caçadores de cérebros), os adultos se aposentam aos 60 anos e os velhos vivem até os 85, tudo em termos de média, pão c/ manteiga, e mais : o percentual das crianças até os 20 anos sendo de 35% sobre o total da população, a dos trabalhadores entre os 20 e os 60 anos, de 40% sobre o mesmo total e a dos idosos entre 60 e 85 anos de 25% sobre o mesmo total, conclui-se (olha o óbvio e a Aritmética, juntos, aí, de novo, gente !!) que cada trabalhador carrega, nas costas, 0,9 crianças mais 0,6 idosos, ou seja, 1,5 pessoas quando mais antigamente carregava só 0,7 crianças. Pois, imaginem, andam dizendo por aí, que os jovens só começarão a trabalhar aos 25 anos !!, a partir de 2020, pois necessitam ganhar estudo e experiência; que com a automação e a robotização vai haver de 10 a 20% de desemprego geral !!!; que o número de trabalhadores cairá para 33% da população total !!!!; que os velhos irão viver até os 90 anos !!!!!
Juro que estou exausto de tanto fazer contas e de carregar tanta gente nas costas durante todo o trajeto de quase metade da vida. Peço a vocês o grande favor de calcularem, junto com o óbvio ululante e a Aritmética quantas pessoas me tocará, daqui para a frente carregar, nas costas, durante mais um pedaço de minha vida e me mandem um email com os cálculos e com pedidos de desculpas.
abs. e que vocês tenham uma boa noite e um sono tranquilo ...
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